A Área Metropolitana de Lisboa terá vigilância 24 horas por dia nos territórios mais expostos ao perigo de incêndio florestal e rural através de torres de acompanhamento remoto dotadas de câmaras de vigilância, segurança e deteção automática de incêndio.

O sistema integrado de videovigilância de grandes áreas deteta, de uma forma automática e precocemente, focos de incêndio, e identifica colunas de fumo, pontos quentes ou chamas, durante ou dia e noite, inclusivamente sob condições de visibilidade adversas.

Sempre que é detetado um foco de incêndio, é disparado um alarme visual e sonoro aos operadores, que poderão analisar a informação de forma eficiente e, inclusivamente, direcionar a câmara de vigilância para a ocorrência.

A monitorização remota, com informação em tempo real baseada em streaming de vídeo georreferenciado constitui-se, desta forma, como uma ferramenta capaz de capacitar as forças de combate a incêndio com notificações precisas sobre eventuais incidentes que possam ocorrer, permitindo, assim, uma resposta rápida e adequada no seu combate.

Para além das câmaras de vigilância, segurança e deteção automática de incêndios, as torres de acompanhamento remoto incluem ainda um sensor meteorológico que permite monitorizar e determinar o risco de incêndio em toda a região.

Toda a informação recolhida pelas torres é encaminhada, através de um sistema de comunicações rádio dedicado, para os dois Centros de Gestão e Controlo, localizados nos comandos distritais da GNR (Lisboa e Setúbal), onde será operacionalizada pelos militares que integram esses centros.

O projeto global prevê a instalação de mais 9 torres de acompanhamento remoto ao longo dos próximos 2 meses, calculando-se que, até ao final de agosto, estejam instaladas 4 torres em cada uma das áreas protegidas pelo sistema, e que a totalidade das 12 torres estejam finalizadas em novembro deste ano.

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